Transporte Coletivo Inteligente
Mobilidade dos trabalhadores entre a Vila de Jericoacoara e a Sede, com rastreamento por GPS e gestão municipal transparente.
- App do Trabalhador
- App do Caminhoneteiro
- Painel da Gestão
A mobilidade entre a Vila e a Sede, hoje
Todos os dias, trabalhadores precisam se deslocar entre a Vila de Jericoacoara e a Sede do município. Hoje esse transporte é informal — sem registro, sem controle e sem garantia de que cada parte seja tratada com justiça. A Prefeitura não consegue acompanhar quem foi transportado, quando, por qual rota, nem comprovar o valor devido a cada transportador.
Sem controle
Transporte informal, sem registro de viagens nem de passageiros.
Pagamento incerto
Não há prova de quantas pessoas foram levadas em cada viagem.
Pouca transparência
A gestão não enxerga o que acontece em campo, em tempo real.
Sem previsibilidade
O trabalhador não sabe quando e como conseguirá transporte.
Um “Uber coletivo” municipal
O trabalhador chama o transporte por aplicativo a partir de um ponto fixo. Quando há gente suficiente, o pedido é ofertado aos caminhoneteiros, que aceitam a corrida — igual ao Uber. A diferença: tudo é monitorado por GPS, custeado em parceria com os empregadores e controlado pela Prefeitura.
Quem usa o transporte
App do Trabalhador
Solicita a viagem a partir de um ponto fixo e confirma o embarque.
Quem transporta
App do Caminhoneteiro
Recebe, aceita e realiza a corrida monitorada por GPS.
O cérebro do sistema
Painel da Gestão
A Prefeitura cadastra, acompanha, controla e paga.
Em volta do sistema estão os empregadores, que custeiam parte da passagem dos seus trabalhadores, e as cooperativas, que repassam os valores aos caminhoneteiros — todos com acesso próprio ao painel para emitir relatórios e prestar contas.
Do pedido ao pagamento, em 7 passos
- 1
Solicita
Trabalhador pede transporte no app, a partir de um ponto fixo.
- 2
Agrupa
O sistema junta os pedidos do mesmo ponto até atingir a lotação mínima.
- 3
Oferta e aceite
O pedido vai aos caminhoneteiros; o primeiro a aceitar leva a corrida.
- 4
Embarque + check-in
Cada trabalhador confirma o embarque — a prova de quem entrou.
- 5
Rota por GPS
A viagem Vila ⇄ Sede é rastreada do início ao fim.
- 6
Cálculo automático
Ao encerrar: nº de passageiros × tarifa do horário, já separando a parte do empregador e a da Prefeitura.
- 7
Relatório e repasse
No fim do mês, empregadores e cooperativas emitem os relatórios; a gestão valida e os valores são repassados aos caminhoneteiros.
Três aplicativos, um só sistema
O Painel da Gestão é o centro de tudo: ele alimenta as duas APIs e centraliza o controle. Os aplicativos não conversam entre si diretamente — todo dado passa pela Prefeitura. Isso garante um único ponto de verdade: nenhuma viagem, valor ou cadastro escapa do controle.
App do Trabalhador
solicitações · embarques
Centro de tudo
Painel da Gestão
App do Caminhoneteiro
corridas · rota GPS · ganhos
App do Trabalhador
Solicita a viagem e confirma o embarque.
App do Caminhoneteiro
Recebe, aceita e realiza a corrida monitorada.
O GPS: o coração do controle
Cada viagem entre a Vila e a Sede é rastreada do início ao fim. O sistema grava o trajeto real percorrido e gera o mini-mapa que aparece no relatório.
Trajeto real percorrido
O caminho exato da viagem, ponto a ponto.
Data, hora de início e fim
Quando a viagem começou e terminou.
Nº de pessoas transportadas
Quantos trabalhadores naquela viagem.
Mini-mapa para o relatório
A rota desenhada, anexada à prestação de contas.
GPS + check-in = prova antifraude
O segredo do pagamento justo: o GPS prova que a viagem aconteceu; o check-in prova quantas pessoas foram. Juntos, eliminam a “viagem fantasma” e garantem que o transportador receba exatamente pelo que levou.
O GPS prova...
- Que o veículo saiu do ponto certo
- Que percorreu a rota Vila ⇄ Sede
- A data, hora e duração exatas
- O trajeto real, sem desvios ocultos
O check-in prova...
- Quantos trabalhadores embarcaram
- Que são pessoas reais e cadastradas
- Confirmado pelo próprio trabalhador
- A contagem que gera o pagamento
Resultado: pagamento por cabeça, auditável e sem brecha. O transportador recebe exatamente pelo número de pessoas que levou — e a Prefeitura, os empregadores e as cooperativas têm a prova de cada viagem para a prestação de contas.
Tarifa por horário, custo compartilhado
O valor da passagem é definido pelo horário em que a viagem começa — e é dividido entre o empregador e a Prefeitura. O empregador paga uma parte fixa; a Prefeitura complementa o restante. O sistema aplica e calcula tudo automaticamente.
Diurno
R$ 0
por trabalhador
Noturno
R$ 0
por trabalhador
Empregador paga R$ 7
A parte fixa da passagem de cada trabalhador, em qualquer horário, é custeada pela empresa empregadora.
Prefeitura complementa
O município cobre o restante: +R$ 3 no diurno e +R$ 6 no noturno.
Como o dinheiro chega ao transportador
Empregador + Prefeitura
Pagam a passagem
Cooperativas
Recebem e organizam o repasse
Caminhoneteiros
Recebem pelo transporte
Calculado automaticamente ao encerrar a viagem, já separando a parte do empregador e a da Prefeitura
Uma viagem às 8h com 12 trabalhadores → 12 × R$ 10,00 = R$ 120,00 (R$ 84,00 dos empregadores + R$ 36,00 da Prefeitura). A mesma viagem às 19h → 12 × R$ 13,00 = R$ 156,00 (R$ 84,00 + R$ 72,00 da Prefeitura).
O cérebro do sistema
Pelo painel, a Prefeitura controla todos os cadastros e enxerga tudo o que acontece — e dá acesso, de forma controlada, aos empregadores e às cooperativas. É ele que alimenta as duas APIs dos aplicativos.
Prefeitura
Acesso completo: cadastra tudo, acompanha todas as viagens, valida relatórios e autoriza os repasses.
Empregadores
Veem apenas os seus trabalhadores. Emitem relatórios e prestam contas da sua parte da passagem (R$ 7 por viagem).
Cooperativas
Veem apenas os seus caminhoneteiros. Acompanham e prestam contas dos valores recebidos e repassados a cada transportador.
Cada perfil enxerga somente o que é seu — empregadores veem seus trabalhadores; cooperativas veem seus caminhoneteiros. A Prefeitura vê o todo.
O que a gestão cadastra
- Trabalhadores
- Caminhoneteiros e seus veículos
- Empregadores e cooperativas
- Rotas e pontos fixos (Vila e Sede)
- Tarifa por horário (R$ 10 dia · R$ 13 noite)
O que a gestão acompanha
- Viagens acontecendo agora
- Valores devidos no mês
- Repasses às cooperativas
- Nº de viagens realizadas no mês
- Nº de trabalhadores cadastrados
- Nº de caminhoneteiros e veículos
Prestação de contas mensal
No fim do mês, o caminhoneteiro emite um relatório que a gestão valida antes de autorizar o pagamento. Cada viagem chega documentada.
Viagens com rota em GPS
Nº de trabalhadores por rota
Valor a receber
Validação da gestão
Benefícios para Jijoca
Transparência total
A gestão enxerga cada viagem, valor e cadastro em um só lugar.
Combate à fraude
GPS + check-in garantem pagamento exato por pessoa transportada.
Mobilidade ao trabalhador
Transporte previsível e organizado entre a Vila e a Sede.
Pagamento justo e auditável
Cada real pago tem prova documental para a prestação de contas.
Renda local
Os caminhoneteiros do município ganham com um sistema formal.
Dados para decisão
Relatórios mensais orientam rotas, horários e investimentos.
Pronto para tirar do papel
Uma solução completa de mobilidade, transparência e controle para o município.